10 Mandamentos para tratar bem de uma grávida

Categories Tenho um Bebé... E agora?

  • Não toque na barriga da grávida sem ter autorização e não o faça se sentir que só a pergunta já a incomoda. Sabendo que está ali dentro um bebé, a tendência é a de querer tocar e dar festinhas. Mas a barriga continua a pertencer à mãe e, em muitos casos, as mulheres ficam ainda mais protectoras da sua barriga durante a gravidez.
  • Não fazer comentários sobre o tamanho da barriga ou os quilos que já engordou ou que não engordou. Cada mulher tem uma tendência individual para “fazer” barrigas maiores ou menores e comparar o tamanho das barrigas entre duas grávidas não é a forma correcta de aferir sobre a saúde da mãe ou do bebé. O ideal é deixar as medições para os profissionais de saúde e comentar apenas em como está bonita ou com aquele aspecto luminoso que as grávidas costumam ter.
  • Evitar a frase “Gravidez não é doença”. É verdade que a gravidez é um estado fisiológico e não deve ser tratada como uma doença. No entanto, muitas vezes esta frase é utilizada para convencer as grávidas a ir além dos limites do seu cansaço ou da necessidade de parar para descansar, comer ou hidratar-se mais frequentemente. Não sendo doença, a gravidez é um estado de particular exigência para o organismo da mulher e esta tem todo o direito de escutar os sinais do seu corpo e abrandar quando sente necessidade.
  • Não contar “histórias de terror” sobre a gravidez, ou o parto, ou a amamentação, ou o sono do bebé, ou tantos outros temas que só vão criar ansiedade na grávida. As experiências pessoais são isso mesmo: pessoais. Não há dois partos iguais, nem duas experiências de amamentação iguais, nem dois bebés iguais, mesmo quando falamos da mesma mulher quando tem mais do que um bebé.
  • Mais do que histórias pessoais, o que ajuda a formular escolhas conscientes e positivas é informação de qualidade, espaço interior e apoio para que a grávida ou casal consiga perceber quais são os seus desejos e expectativas para a gravidez e parto. Muitas vezes os comentários em volta são bem intencionados mas vão gerar ruído que impede a grávida de se escutar a si própria.
  • Não desvalorize. Os desconfortos da gravidez como as náuseas, o sono ou refluxo podem ter muito impacto na qualidade de vida da mulher grávida em determinadas fases da gravidez. Também não deve ser desvalorizada a ansiedade que uma grávida possa referir ou qualquer sintoma físico que a esteja a fazer sentir-se mal ou preocupada. Em vez de dizer “é normal”, incentive-a a procurar conselho junto dos profissionais de saúde que a acompanham.
  • Todas as grávidas merecem ter apoio por parte de profissionais que lhes permitam espaço para colocar todas as questões, debater alternativas e fazer escolhas pessoais de forma a viverem a gravidez, o parto e as primeiras semanas dos seus bebés com toda a confiança.
  • Pense na grávida como alguém que efectivamente carrega um bebé. Não lhe peça nem exija nada que não fizesse a alguém que carregasse um bebé.
  • As grávidas estão a desempenhar um papel muito importante. Cuide do seu bem-estar e mime-as: uma massagem, fazer companhia para uma caminhada, oferecer-se para carregar os sacos no supermercado, pequenos gestos de simpatia e carinho podem fazer muita diferença na maneira como a mulher se sente e até como ultrapassa os desconfortos naturais da gravidez.
  • Sorria muito, com e para as grávidas! Elas carregam a nossa continuidade e a esperança de um mundo melhor!

 

Agradecimentos:

Equipa pré-natal do Centro do Bebé

https://www.centrodobebe.pt
Telefone: 210 939 662 / Telemóvel: 912 896 591

 

Foto:

Google

Partilhas 553

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *